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domingo, 17 de junho de 2012

Servo de Deus Dom Eliseu M. Coroli fundador das Irmãs Missionárias de St.ª Teresinha




Dom Eliseu Maria Coroli, sacerdote Barnabita, Missionário na Amazônia, era de porte humilde e simples, irradiando alegria e serenidade próprias de quem vive abandonado nas mãos do Pai.
Seu semblante, seus olhos, seu sorriso, transmitia a paz da alma, influindo enormemente nas suas palavras e nos seus gestos, transparência real de sua intimidade com o Pai do Céu, com o qual admitiu ter laços consanguíneos, a ponto de o tratar , normalmente, com a expressão “Papai”.
O sorriso constante, sinal sensível de sua ilimitada confiança em Deus Pai e em Cristo Ressuscitado, foi o companheiro inseparável de sua vida.

Soube fazer-se amigo de todos, especialmente dos pobres e desamparados.
Verdadeiro contemplativo-ativo, soube viver em contínua união com Cristo e ao mesmo tempo realizar a doação de sua vida em constantes atividades e grandes realizações missionárias.
Enfrentou momentos difíceis em sua vida sacerdotal e como pastor da vasta Prelazia que lhe foi confiada, procurando nestas dificuldades unir-se sempre aos sofrimentos de Jesus no Calvário, e a Jesus Ressuscitado, presente e vivo na Hóstia Consagrada.
Preocupou-se de tal modo com o desenvolvimento integral da pessoa humana que fundou obras as quais, mais tarde, seriam a continuação do seu ideal, tais como: escolas, creches, hospital, meios de comunicação social, etc..
Amou ternamente à Virgem Maria a quem chamava com o doce nome de Mamãe.
Conheceu profundamente a vida de Santa Teresinha do Menino Jesus, procurando viver sua doutrina de “Infância Espiritual”. 
No fim de junho decidiu ir a Belém para os exames clínicos. Foi em Belém que o atingiu a morte no dia 29 de julho de 1982. Seu desaparecimento chamou à memória uma frase sua pronunciada a 11 de fevereiro precedente, no aniversário do seu batismo: “Eu estou pronto mamãe, venho a ti com suma alegria. Faz com que eu cumpra completamente a vontade do Pai”. E ainda: “Papai, tu me chamas? Venho a Ti com alegria”.

domingo, 8 de maio de 2011

Beatificação do Papa João Paulo II

HOMILIA DO PAPA BENTO XVI
Átrio da Basílica Vaticana
Domingo
, 1° de Maio de 2011

Amados irmãos e irmãs,
Passaram já seis anos desde o dia em que nos encontrávamos nesta Praça para celebrar o funeral do Papa João Paulo II. Então, se a tristeza pela sua perda era profunda, maior ainda se revelava a sensação de que uma graça imensa envolvia Roma e o mundo inteiro: graça esta, que era como que o fruto da vida inteira do meu amado Predecessor, especialmente do seu testemunho no sofrimento. Já naquele dia sentíamos pairar o perfume da sua santidade, tendo o Povo de Deus manifestado de muitas maneiras a sua veneração por ele. Por isso, quis que a sua Causa de Beatificação pudesse, no devido respeito pelas normas da Igreja, prosseguir com discreta celeridade. E o dia esperado chegou! Chegou depressa, porque assim aprouve ao Senhor:  João Paulo II é Beato!
Desejo dirigir a minha cordial saudação a todos vós que, nesta circunstância feliz, vos reunistes, tão numerosos, aqui em Roma vindos de todos os cantos do mundo: cardeais, patriarcas das Igrejas Católicas Orientais, irmãos no episcopado e no sacerdócio, delegações oficiais, embaixadores e autoridades, pessoas consagradas e fiéis leigos; esta minha saudação estende-se também a quantos estão unidos connosco através do rádio e da televisão.
Estamos no segundo domingo de Páscoa, que o Beato  João Paulo II quis intitular Domingo da Divina Misericórdia. Por isso, se escolheu esta data para a presente celebração, porque o meu Predecessor, por um desígnio providencial, entregou o seu espírito a Deus justamente ao anoitecer da vigília de tal ocorrência. Além disso, hoje tem início o mês de Maio, o mês de Maria; e neste dia celebra-se também a memória de São José operário. Todos estes elementos concorrem para enriquecer a nossa oração; servem-nos de ajuda, a nós que ainda peregrinamos no tempo e no espaço; no Céu, a festa entre os Anjos e os Santos é muito diferente! E todavia Deus é um só, e um só é Cristo Senhor que, como uma ponte, une a terra e o Céu, e neste momento sentimo-lo muito perto, sentimo-nos quase participantes da liturgia celeste.
«Felizes os que acreditam sem terem visto» (Jo 20, 29). No Evangelho de hoje, Jesus pronuncia esta bem-aventurança: a bem-aventurança da fé. Ela chama de modo particular a nossa atenção, porque estamos reunidos justamente para celebrar uma Beatificação e, mais ainda, porque o Beato hoje proclamado é um Papa, um Sucessor de Pedro, chamado a confirmar os irmãos na fé.  João Paulo II é Beato pela sua forte e generosa fé apostólica. E isto traz imediatamente à memória outra bem-aventurança: «Feliz de ti, Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne e o sangue que to revelaram, mas sim meu Pai que está nos Céus» (Mt 16, 17). O que é que o Pai celeste revelou a Simão? Que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus vivo. Por esta fé, Simão se torna «Pedro», rocha sobre a qual Jesus pode edificar a sua Igreja. A bem-aventurança eterna de  João Paulo II, que a Igreja tem a alegria de proclamar hoje, está inteiramente contida nestas palavras de Cristo: «Feliz de ti, Simão» e «felizes os que acreditam sem terem visto». É a bem-aventurança da fé, cujo dom também  João Paulo II recebeu de Deus Pai para a edificação da Igreja de Cristo.
Entretanto perpassa pelo nosso pensamento mais uma bem-aventurança que, no Evangelho, precede todas as outras. É a bem-aventurança da Virgem Maria, a Mãe do Redentor. A Ela, que acabava de conceber Jesus no seu ventre, diz Santa Isabel: «Bem-aventurada aquela que acreditou no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito da parte do Senhor» (Lc 1, 45). A bem-aventurança da fé tem o seu modelo em Maria, pelo que a todos nos enche de alegria o facto de a beatificação de  João Paulo II ter lugar no primeiro dia deste mês mariano, sob o olhar materno d’Aquela que, com a sua fé, sustentou a fé dos Apóstolos e não cessa de sustentar a fé dos seus sucessores, especialmente de quantos são chamados a sentar-se na cátedra de Pedro. Nas narrações da ressurreição de Cristo, Maria não aparece, mas a sua presença pressente-se em toda a parte: é a Mãe, a quem Jesus confiou cada um dos discípulos e toda a comunidade. De forma particular, notamos que a presença real e materna de Maria aparece assinalada por São João e São Lucas nos contextos que precedem tanto o Evangelho como a primeira Leitura de hoje: na narração da morte de Jesus, onde Maria aparece aos pés da Cruz (Jo 19, 25); e, no começo dos Actos dos Apóstolos, que a apresentam no meio dos discípulos reunidos em oração no Cenáculo (Act 1, 14).
Queridos irmãos e irmãs, hoje diante dos nossos olhos brilha, na plena luz de Cristo ressuscitado, a amada e venerada figura de  João Paulo II. Hoje, o seu nome junta-se à série dos Santos e Beatos que ele mesmo proclamou durante os seus quase 27 anos de pontificado, lembrando com vigor a vocação universal à medida alta da vida cristã, à santidade, como afirma a Constituição conciliar Lumem gentium sobre a Igreja. Os membros do Povo de Deus – bispos, sacerdotes, diáconos, fiéis leigos, religiosos e religiosas – todos nós estamos a caminho da Pátria celeste, tendo-nos precedido a Virgem Maria, associada de modo singular e perfeito ao mistério de Cristo e da Igreja. Karol Wojtyła, primeiro como Bispo Auxiliar e depois como Arcebispo de Cracóvia, participou no Concílio Vaticano II e bem sabia que dedicar a Maria o último capítulo da Constituição sobre a Igreja significava colocar a Mãe do Redentor como imagem e modelo de santidade para todo o cristão e para a Igreja inteira. Foi esta visão teológica que o Beato João Paulo II descobriu na sua juventude, tendo-a depois conservado e aprofundado durante toda a vida; uma visão, que se resume no ícone bíblico de Cristo crucificado com Maria ao pé da Cruz. Um ícone que se encontra no Evangelho de João (19, 25-27) e está sintetizado nas armas episcopais e, depois, papais de Karol Wojtyła: uma cruz de ouro, um «M» na parte inferior direita e o lema «Totus tuus», que corresponde à conhecida frase de São Luís Maria Grignion de Monfort, na qual Karol Wojtyła encontrou um princípio fundamental para a sua vida: «Totus tuus ego sum et omnia mea tua sunt. Accipio Te in mea omnia. Praebe mihi cor tuum, Maria – Sou todo vosso e tudo o que possuo é vosso. Tomo-vos como toda a minha riqueza. Dai-me o vosso coração, ó Maria» (Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, n. 266).
Fonte: Vatican.va

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Papa João Paulo II

Ioannes Paulus PP.II 16.X.1978 - 2.IV.2005Ser corajoso significa pensar no futuro e tomar a responsabilidade por ele ( Papa João Paulo II)
Fote :Site do Vaticano

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Felicidade!

Esteja certo de que a felicidade de sua vida não pode vir de fora...
Você só poderá encontrar a felicidade quando souber fazê-la nascer dentro de seu coração,quando aprender ajudar a todos indistintamente, com suas ações, suas palavras e seus pensamentos....
"Alegrai-vos no Senhor, porque Ele está perto de quem invocar com coração sincero"...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Frases de Santa Teresinha


São pequenas Frases ou Ensinamentos de Santa Teresinha.

» Tudo é graça.
» Amo tanto a Deus que desejo poder dar-lhe prazer
sem que Ele saiba que sou eu.
» Não espero na terra qualquer retribuição: faço tudo por Deus.
» Quando estiver no Céu, chamar-vos-ei depressa...
» Não é a morte que virá buscar-me, é Deus.

» Do Evangelho fiz o meu tesouro mais precioso.
» A vontade de Deus é que eu lute até à morte.
» Deus absorver-me-á como uma gotinha de orvalho.
» Lutemos sempre, mesmo sem esperança de ganhar a batalha.
» Oh! Bem-aventurado silêncio que tanta paz traz à alma!

» Ser carmelita; ser pela minha união convosco mãe das almas:
essa é a minha vocação.
» Eu sempre quis ser santa.
» Deus apenas te pede que te deixes amar.
» Deus não tem necessidade das nossas obras, mas do nosso amor.