Fonte: You Tube
"Deus tem predileção para quem dá com alegria" (2 Cor 9,7) "Alegrai-vos sempre" . (Fil4,4) "A minha vocação é o amor jubiloso e confiante de filhinha e de esposa".(Santa Teresinha) As Missionárias de Santa Teresinha formam uma Congregação religiosa de Direito Pontifício que, com especial proteção e imitação da Virgem Maria e de Santa Teresinha, querem desenvolver o mais possível os grandes dons recebidos no Batismo e na Crisma.
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Vocação Religiosa
Fonte: You Tube
Irmãs Missionárias de Santa Teresinha
A minha vocação é o amor! ()Santa Teresinha)
domingo, 17 de junho de 2012
Servo de Deus Dom Eliseu M. Coroli fundador das Irmãs Missionárias de St.ª Teresinha
Dom Eliseu Maria Coroli, sacerdote Barnabita,
Missionário na Amazônia, era de porte humilde e simples, irradiando alegria e
serenidade próprias de quem vive abandonado nas mãos do Pai.
Seu semblante, seus olhos, seu sorriso, transmitia
a paz da alma, influindo enormemente nas suas palavras e nos seus gestos,
transparência real de sua intimidade com o Pai do Céu, com o qual admitiu ter
laços consanguíneos, a ponto de o tratar , normalmente, com a expressão
“Papai”.
O sorriso constante, sinal sensível de sua
ilimitada confiança em Deus Pai e em Cristo Ressuscitado, foi o companheiro
inseparável de sua vida.
Soube fazer-se amigo de todos, especialmente dos
pobres e desamparados.
Verdadeiro contemplativo-ativo, soube viver em contínua união com Cristo e ao
mesmo tempo realizar a doação de sua vida em constantes atividades e grandes
realizações missionárias.
Enfrentou momentos difíceis em sua vida sacerdotal e como pastor da vasta
Prelazia que lhe foi confiada, procurando nestas dificuldades unir-se sempre
aos sofrimentos de Jesus no Calvário, e a Jesus Ressuscitado, presente e vivo
na Hóstia Consagrada.
Preocupou-se de tal modo com o desenvolvimento
integral da pessoa humana que fundou obras as quais, mais tarde, seriam a
continuação do seu ideal, tais como: escolas, creches, hospital, meios de
comunicação social, etc..
Amou ternamente à Virgem Maria a quem chamava com o
doce nome de Mamãe.
Conheceu profundamente a vida de Santa Teresinha do
Menino Jesus, procurando viver sua doutrina de “Infância Espiritual”.
No fim de junho decidiu ir a Belém para os
exames clínicos. Foi em Belém que o atingiu a morte no dia 29 de julho de 1982.
Seu desaparecimento chamou à memória uma frase sua pronunciada a 11 de
fevereiro precedente, no aniversário do seu batismo: “Eu estou pronto mamãe,
venho a ti com suma alegria. Faz com que eu cumpra completamente a vontade do
Pai”. E ainda: “Papai, tu me chamas? Venho a Ti com alegria”.
domingo, 8 de maio de 2011
Beatificação do Papa João Paulo II
HOMILIA DO PAPA BENTO XVI
Átrio da Basílica Vaticana
Domingo, 1° de Maio de 2011
Domingo, 1° de Maio de 2011
Passaram já seis anos desde o dia em que nos encontrávamos nesta Praça para celebrar o funeral do Papa João Paulo II. Então, se a tristeza pela sua perda era profunda, maior ainda se revelava a sensação de que uma graça imensa envolvia Roma e o mundo inteiro: graça esta, que era como que o fruto da vida inteira do meu amado Predecessor, especialmente do seu testemunho no sofrimento. Já naquele dia sentíamos pairar o perfume da sua santidade, tendo o Povo de Deus manifestado de muitas maneiras a sua veneração por ele. Por isso, quis que a sua Causa de Beatificação pudesse, no devido respeito pelas normas da Igreja, prosseguir com discreta celeridade. E o dia esperado chegou! Chegou depressa, porque assim aprouve ao Senhor: João Paulo II é Beato!
Desejo dirigir a minha cordial saudação a todos vós que, nesta circunstância feliz, vos reunistes, tão numerosos, aqui em Roma vindos de todos os cantos do mundo: cardeais, patriarcas das Igrejas Católicas Orientais, irmãos no episcopado e no sacerdócio, delegações oficiais, embaixadores e autoridades, pessoas consagradas e fiéis leigos; esta minha saudação estende-se também a quantos estão unidos connosco através do rádio e da televisão.
Estamos no segundo domingo de Páscoa, que o Beato João Paulo II quis intitular Domingo da Divina Misericórdia. Por isso, se escolheu esta data para a presente celebração, porque o meu Predecessor, por um desígnio providencial, entregou o seu espírito a Deus justamente ao anoitecer da vigília de tal ocorrência. Além disso, hoje tem início o mês de Maio, o mês de Maria; e neste dia celebra-se também a memória de São José operário. Todos estes elementos concorrem para enriquecer a nossa oração; servem-nos de ajuda, a nós que ainda peregrinamos no tempo e no espaço; no Céu, a festa entre os Anjos e os Santos é muito diferente! E todavia Deus é um só, e um só é Cristo Senhor que, como uma ponte, une a terra e o Céu, e neste momento sentimo-lo muito perto, sentimo-nos quase participantes da liturgia celeste.
«Felizes os que acreditam sem terem visto» (Jo 20, 29). No Evangelho de hoje, Jesus pronuncia esta bem-aventurança: a bem-aventurança da fé. Ela chama de modo particular a nossa atenção, porque estamos reunidos justamente para celebrar uma Beatificação e, mais ainda, porque o Beato hoje proclamado é um Papa, um Sucessor de Pedro, chamado a confirmar os irmãos na fé. João Paulo II é Beato pela sua forte e generosa fé apostólica. E isto traz imediatamente à memória outra bem-aventurança: «Feliz de ti, Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne e o sangue que to revelaram, mas sim meu Pai que está nos Céus» (Mt 16, 17). O que é que o Pai celeste revelou a Simão? Que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus vivo. Por esta fé, Simão se torna «Pedro», rocha sobre a qual Jesus pode edificar a sua Igreja. A bem-aventurança eterna de João Paulo II, que a Igreja tem a alegria de proclamar hoje, está inteiramente contida nestas palavras de Cristo: «Feliz de ti, Simão» e «felizes os que acreditam sem terem visto». É a bem-aventurança da fé, cujo dom também João Paulo II recebeu de Deus Pai para a edificação da Igreja de Cristo.
Entretanto perpassa pelo nosso pensamento mais uma bem-aventurança que, no Evangelho, precede todas as outras. É a bem-aventurança da Virgem Maria, a Mãe do Redentor. A Ela, que acabava de conceber Jesus no seu ventre, diz Santa Isabel: «Bem-aventurada aquela que acreditou no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito da parte do Senhor» (Lc 1, 45). A bem-aventurança da fé tem o seu modelo em Maria, pelo que a todos nos enche de alegria o facto de a beatificação de João Paulo II ter lugar no primeiro dia deste mês mariano, sob o olhar materno d’Aquela que, com a sua fé, sustentou a fé dos Apóstolos e não cessa de sustentar a fé dos seus sucessores, especialmente de quantos são chamados a sentar-se na cátedra de Pedro. Nas narrações da ressurreição de Cristo, Maria não aparece, mas a sua presença pressente-se em toda a parte: é a Mãe, a quem Jesus confiou cada um dos discípulos e toda a comunidade. De forma particular, notamos que a presença real e materna de Maria aparece assinalada por São João e São Lucas nos contextos que precedem tanto o Evangelho como a primeira Leitura de hoje: na narração da morte de Jesus, onde Maria aparece aos pés da Cruz (Jo 19, 25); e, no começo dos Actos dos Apóstolos, que a apresentam no meio dos discípulos reunidos em oração no Cenáculo (Act 1, 14).
Queridos irmãos e irmãs, hoje diante dos nossos olhos brilha, na plena luz de Cristo ressuscitado, a amada e venerada figura de João Paulo II. Hoje, o seu nome junta-se à série dos Santos e Beatos que ele mesmo proclamou durante os seus quase 27 anos de pontificado, lembrando com vigor a vocação universal à medida alta da vida cristã, à santidade, como afirma a Constituição conciliar Lumem gentium sobre a Igreja. Os membros do Povo de Deus – bispos, sacerdotes, diáconos, fiéis leigos, religiosos e religiosas – todos nós estamos a caminho da Pátria celeste, tendo-nos precedido a Virgem Maria, associada de modo singular e perfeito ao mistério de Cristo e da Igreja. Karol Wojtyła, primeiro como Bispo Auxiliar e depois como Arcebispo de Cracóvia, participou no Concílio Vaticano II e bem sabia que dedicar a Maria o último capítulo da Constituição sobre a Igreja significava colocar a Mãe do Redentor como imagem e modelo de santidade para todo o cristão e para a Igreja inteira. Foi esta visão teológica que o Beato João Paulo II descobriu na sua juventude, tendo-a depois conservado e aprofundado durante toda a vida; uma visão, que se resume no ícone bíblico de Cristo crucificado com Maria ao pé da Cruz. Um ícone que se encontra no Evangelho de João (19, 25-27) e está sintetizado nas armas episcopais e, depois, papais de Karol Wojtyła: uma cruz de ouro, um «M» na parte inferior direita e o lema «Totus tuus», que corresponde à conhecida frase de São Luís Maria Grignion de Monfort, na qual Karol Wojtyła encontrou um princípio fundamental para a sua vida: «Totus tuus ego sum et omnia mea tua sunt. Accipio Te in mea omnia. Praebe mihi cor tuum, Maria – Sou todo vosso e tudo o que possuo é vosso. Tomo-vos como toda a minha riqueza. Dai-me o vosso coração, ó Maria» (Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, n. 266).
Fonte: Vatican.va
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Papa João Paulo II
Fote :Site do Vaticano
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Felicidade!
Você só poderá encontrar a felicidade quando souber fazê-la nascer dentro de seu coração,quando aprender ajudar a todos indistintamente, com suas ações, suas palavras e seus pensamentos....
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